DOC 01 · CONCEITO DO PROJETO

Toda estrada
começa no km 0.

KM 00 é um consórcio de inteligência rodoviária: uma rede de veículos conectados que transforma cada quilômetro rodado em dados compartilhados, validados entre os próprios veículos, para estradas melhores e mais seguras.

DOCUMENTO INSTITUCIONAL · DISTRIBUIÇÃO GERAL
MANIFESTO

O problema que ninguém resolve sozinho

Em todo país existe um marco zero. É dele que se mede cada distância, é a partir dele que toda rota faz sentido.

As rodovias brasileiras carregam milhões de veículos por dia, e cada um enxerga a estrada sozinho. Cada empresa mede a própria frota, guarda os próprios dados e refaz o mesmo mapa que a concorrente refez ontem. O buraco que derrubou uma carga hoje vai derrubar outra amanhã, porque a informação morreu dentro de um sistema fechado.

KM 00 é o ponto de partida comum. Transportadoras, seguradoras e operadores de via somam o que cada veículo enxerga e recebem de volta uma estrada que nenhum deles conseguiria enxergar sozinho.

Cada veículo conectado valida os outros. Cada quilômetro rodado melhora o mapa de todos.

OS SEIS FUNDAMENTOS

Como o consórcio funciona

01 · CONSÓRCIO

Todos fazem parte da mesma rede

Empresas que competem em frete ou apólice cooperam em infraestrutura de dados. Quem entra contribui com a visão dos seus veículos e acessa a inteligência do conjunto, sob regras claras de governança, anonimização e auditoria criptográfica.

02 · DUPLA VALIDAÇÃO

Um veículo confirma o outro

A câmera frontal de cada veículo detecta os veículos ao redor. Quando dois participantes se cruzam, a posição de um confirma a do outro: localização com testemunha, imune a GPS falho ou adulterado. Nenhum sistema de rastreamento tradicional oferece isso.

03 · INTELIGÊNCIA COMPARTILHADA

O que um vê, todos aprendem

Condições de pavimento, obras, tráfego, pontos de risco e eventos de via se consolidam em uma camada de dados viva, alimentada por toda a frota do consórcio e devolvida a cada participante como serviço.

04 · SEGURANÇA COMO CONSEQUÊNCIA

Estradas melhores para todos

Motoristas alertados sobre fadiga antes do acidente, cargas protegidas, riscos de via mapeados em tempo real. O dado que protege a frota de um participante torna a rodovia mais segura para todos que passam por ela.

05 · CRÉDITOS E CARTEIRA

Quem constrói a rede, recebe da rede

Cada participante tem uma carteira no consórcio: quilômetros validados e dados contribuídos viram créditos KM, resgatáveis em mensalidade, inteligência premium e vouchers de combustível e carregamento nos parceiros. A economia interna que remunera a contribuição (DOC 07), com cada pilar e parceiro detalhado em página própria no menu.

06 · O HUB NAS BASES

Onde o veículo para, a rede acontece

As bases de parada concentram energia (carregamento Supervolt), conectividade (fibra e Wi-Fi da Link) e nuvem soberana com HSMs (Omid). O veículo carrega, descarrega dados e liquida créditos na mesma parada.

A ARQUITETURA EM UMA PÁGINA

Do para-brisa ao consórcio

CAMADA 1

O veículo

Dispositivo embarcado com câmeras e IA local. Detecta eventos, assina cada registro com identidade criptográfica própria e protege a privacidade processando tudo a bordo.

CAMADA 2

As vias de dados

Dados leves e urgentes viajam por 4G e, em escala, pela rede mesh entre os próprios veículos. A carga pesada espera a parada e sobe por Wi-Fi nas bases.

CAMADA 3

O registro auditável

Cada evento relevante gera um registro imutável no ledger do consórcio, assinado em hardware criptográfico (HSM) e verificável por qualquer membro, a qualquer momento.

CAMADA 4

A inteligência

Os dados consolidados viram serviços: gestão de risco para frotas, antifraude para seguradoras, mapa vivo de infraestrutura para operadores de via e governo.

900 caminhões

contrato de teste assinado com transportadora parceira

6 pilares

transportadoras, seguradoras, usuários de passeio, bancos, postos e operadores de via

3 parceiros de infra

Supervolt (energia), Omid (nuvem e HSM) e Link (conectividade) nas bases da rede

KM 00 · DOC 01 · CONCEITO DO PROJETO · UMA INICIATIVA MERION
DOC 02 · TÉCNICO E CUSTOS DO VEÍCULO

O dispositivo
embarcado.

Especificação de hardware, esquema de montagem, tiers de produto e estrutura de custos da unidade embarcada KM 00, do piloto à escala.

DOCUMENTO TÉCNICO · ENGENHARIA E SUPRIMENTOS
ESQUEMA DE MONTAGEM

Instalação no veículo

O módulo central ocupa o espaço de telemetria já existente nos caminhões. Câmeras e sensores são opcionais por tier, todos conectados ao mesmo módulo.

1 2 3 4 5 6
1Módulo central no teto · SoC com NPU e secure element, antenas GNSS, 4G e mesh (fase 2), Wi-Fi, BLE. Ocupa o espaço de telemetria padrão.
2Câmera frontal · 1080p HDR voltada à via. Eventos de pavimento, dupla validação e inteligência de via. Todos os tiers.
3Câmera interna IR · DMS: fadiga, celular, cinto e uniforme. Alerta sonoro na cabine. Tier Pro. Microfone de boleia opcional, ativado apenas por evento.
4Câmeras laterais · até 2 canais AHD/IP no baú e pontos cegos. Segurança da carga e de ativos. Tier Max.
5Sensores BLE · porta magnética sem fio, nível de combustível, pressão de pneu. Bateria de anos, pareados ao módulo.
6Alimentação 12/24 V · proteção ISO 7637-2, detecção de ignição e desligamento seguro.
TIERS DE PRODUTO

Três tiers, uma plataforma

TIER BÁSICO

Via e telemetria

  • Câmera frontal 1080p HDR
  • Telemetria completa + geofence
  • Dupla validação de localização
  • Inteligência de dados compartilhada
  • Sensores de porta BLE
  • SoC Rockchip RV1126 · 2 TOPS
Entrada da rede · carros de passeio
PILOTO 900
TIER PRO

+ Gestão do motorista

  • Tudo do Básico
  • Câmera interna com IR
  • DMS: fadiga, celular, cinto
  • Verificação de uniforme
  • Microfone de boleia por evento (opcional)
  • SoC Rockchip RK3588S · 6 TOPS
Frotas com gestão de risco
TIER MAX

+ Segurança da carga

  • Tudo do Pro
  • 2 câmeras laterais/baú
  • Alerta de baú fora de geofence
  • Sensores de combustível e pneu
  • Gravação contínua multicanal
  • RK3588S ou MDVR 4 canais
Cargas e ativos de alto valor
ItemEspecificação comum a todos os tiers
Conectividade4G LTE Cat 4 (módulo homologado Anatel) · Wi-Fi 5/6 · BLE 5 · slot mesh 802.11ah na fase 2
PosicionamentoGNSS multi-constelação com dead reckoning por IMU em túneis e cânions urbanos
IdentidadeSecure element ou TEE (TrustZone) para a chave criptográfica do veículo. Requisito obrigatório do consórcio (ver DOC 03)
ArmazenamentoeMMC + microSD industrial high endurance ≥ 128 GB para buffer de vídeo
Alimentação9 a 36 V automotivo, proteção de surto ISO 7637-2, ignição, shutdown seguro
AmbienteOperação de -20 °C a +70 °C · IP54 interno / IP67 externo · resistência a vibração
GestãoOTA de firmware e modelos de IA com rollback A/B · provisionamento em massa · secure boot
ARQUITETURA DE DADOS

Três vias, três velocidades

TEMPO REAL · SEGUNDOS

4G MVNO / mesh

Posição, alertas de fadiga e porta, eventos de condução, atestados de encontro. Pacotes de bytes, não de megabytes. Custo de dados marginal por veículo.

AMOSTRAS · MINUTOS

4G comprimido

Thumbnails de detecções e recortes de eventos, comprimidos e enfileirados por prioridade configurável.

CARGA PESADA · NA PARADA

Wi-Fi no depot

Vídeo bruto e imagens em alta resolução sobem por Wi-Fi 6 nas bases. Store-and-forward garante zero perda em área sem cobertura.

CUSTOS

Hardware desembarcado

Sourcing white-label na China (ODMs com SDK aberto e acesso à NPU) para o piloto, migrando a PCBA própria acima de 5 mil unidades. Valores FOB de mercado, a validar em RFQ.

ComponenteFOB (USD)Desembarcado est. (R$)*Tier
Unidade Básico (RV1126, 1 câmera)40 a 90400 a 1.050Básico
Unidade Pro (RK3588S, 2 câmeras)100 a 1801.000 a 2.100Pro
Unidade Max (MDVR 4 canais AI)120 a 2501.200 a 2.900Max
Câmera lateral AHD (cada)6 a 1560 a 175Max
Sensor de porta BLE (cada)3 a 830 a 95Todos
Sensor de nível de combustível15 a 40150 a 470Max
Rádio mesh 802.11ah (fase 2)15 a 30150 a 350Todos
CUSTO FIXO

Homologação Anatel

R$ 30 mil a 80 mil por modelo via OCD, prazo de 3 a 6 meses. Caminho crítico do cronograma, iniciar em paralelo ao RFQ. Módulos de rádio já homologados reduzem os ensaios.

RECORRENTE

Dados 4G (MVNO)

Camada de tempo real e amostras dimensionada para poucos MB por dia por veículo. Plano M2M cotado por dispositivo, com queda relevante ao ativar o mesh na fase 2.

ESCALA

Nacionalização

Acima de dezenas de milhares de unidades, avaliar montagem local ou Zona Franca de Manaus para reduzir o multiplicador de importação de 1,8x a 2,2x sobre o FOB.

* MULTIPLICADOR DE DESEMBARQUE ESTIMADO (II, ICMS, FRETE, DESPACHO) + CÂMBIO DE REFERÊNCIA. VALIDAR COM NCM DEFINITIVO. · KM 00 · DOC 02
DOC 03 · CRIPTOGRAFIA E CONSÓRCIO

Confiança que
não pede fé.

A arquitetura de confiança do KM 00: registro imutável operado pela Merion e verificável por todos os membros, identidades anônimas rotativas para os veículos e chaves protegidas em hardware criptográfico.

DOCUMENTO TÉCNICO · ARQUITETURA DE SEGURANÇA · CONFIDENCIAL
MODELO DE CONFIANÇA

Uma operadora, todos auditores

O consórcio adota o modelo de transparency log: a Merion opera o registro central, mas cada membro tem o poder criptográfico de verificar, a qualquer momento, que nada foi alterado, removido ou ocultado. É o mesmo modelo que protege os certificados digitais de toda a internet (Certificate Transparency).

O REGISTRO

Log imutável (Merkle tree)

Cada evento relevante entra como folha em uma árvore criptográfica. Alterar qualquer registro do passado muda a raiz da árvore e quebra todas as provas emitidas. A história não pode ser reescrita sem ser detectada.

A OPERADORA

Merion assina em hardware

Cada estado consolidado da árvore (tree head) é assinado dentro dos HSMs do grupo. A chave de assinatura nasce e morre no hardware, nunca é exportável, e cada uso fica registrado. Nem a própria Merion consegue fraudar o log que opera.

OS AUDITORES

Monitores nos membros

Cada empresa do consórcio roda um monitor leve que verifica as provas de consistência da árvore continuamente. Se a operadora omitir registros ou mostrar versões diferentes para membros diferentes, os monitores detectam e alertam.

POR QUE NÃO UMA BLOCKCHAINO consórcio avaliou arquiteturas de ledger distribuído e optou pelo transparency log com verificação criptográfica pelos membros: entrega as mesmas garantias de imutabilidade e auditabilidade para este caso de uso, com fração do custo operacional e sem os problemas de privacidade que levaram grandes projetos nacionais de DLT a recuar. A escolha é técnica e revisável pela governança do consórcio.
PAPEL DOS HSMs

As chaves que sustentam a rede

FunçãoO que o HSM protegeGarantia entregue
Assinatura do logChave que assina cada tree head do registroNenhum estado do log pode ser forjado
CA do consórcioRaiz que emite os certificados de pseudônimo dos veículosSó veículos legítimos participam da rede
Credenciais de membrosEmissão e revogação de acesso das empresasEntrada e saída do consórcio auditáveis
Quórum M-de-NOperações de raiz exigem múltiplos cartões de operadorNenhum indivíduo opera a raiz sozinho
Carimbo de tempoTimestamps assinados (RFC 3161) dos atestadosValor probatório de data e hora dos eventos
IDENTIDADE DOS VEÍCULOS

Anonimato com responsabilidade

Cada veículo carrega sua chave privada em secure element, gravada no chip, inacessível até fisicamente. Mas o veículo não usa uma identidade fixa: usa pseudônimos rotativos, o mesmo padrão dos sistemas de credenciamento V2X automotivo (IEEE 1609.2).

COMO FUNCIONA

Pseudônimos rotativos

A CA do consórcio emite lotes de certificados efêmeros derivados hierarquicamente (HD wallet, padrão BIP32). O veículo troca de identidade na rede periodicamente. Toda assinatura continua verificável como "veículo legítimo do consórcio", mas nem os próprios membros conseguem reconstruir a rota de um veículo específico ligando seus pseudônimos.

POR QUE IMPORTA

Anonimato de verdade

Um endereço fixo por veículo daria apenas pseudonimato rastreável: bastaria observar a rede para mapear rotas. A rotação corta esse vínculo. Em caso de fraude comprovada, apenas a governança do consórcio, sob quórum, pode resolver um pseudônimo de volta ao veículo, com o ato registrado no próprio log.

PSEUDÔNIMO A#41 PSEUDÔNIMO B#87 A ATESTA A POSIÇÃO DE B B ATESTA A POSIÇÃO DE A
Atestado de encontro: quando dois veículos da rede se cruzam, cada um assina localmente um registro com o pseudônimo do outro, posição e carimbo de tempo. As duas assinaturas entram no log como prova mútua de localização, independente e à prova de adulteração de GPS. Placas de veículos fora do consórcio são convertidas em hash irreversível ou descartadas no próprio dispositivo, em conformidade com a LGPD.
O QUE ENTRA NO LOG

Dados mínimos, provas máximas

VAI PARA O LOG
  • Atestados de encontro assinados pelos dois veículos
  • Hashes de lotes de telemetria e de vídeo (compromissos)
  • Registro de membros, políticas de acesso e revogações
  • Créditos de contribuição por quilômetro validado
NUNCA VAI PARA O LOG
  • Vídeo, imagens ou áudio (ficam no data lake, cifrados, com hash ancorado no log)
  • Placas legíveis de veículos fora do consórcio
  • Identidade real de motoristas ou dados pessoais
  • Rotas reconstituíveis de um veículo específico
KM 00 · DOC 03 · CRIPTOGRAFIA E CONSÓRCIO · CONFIDENCIAL
DOC 04 · PROPOSTA PARA SEGURADORAS

O sinistro com
testemunha.

Por que participar do consórcio KM 00: localização à prova de fraude, reconstrução completa de sinistros, risco precificado com dados reais e um caminho pronto para o seguro de passeio.

DOCUMENTO COMERCIAL · SEGURADORAS E RESSEGURADORAS
A DOR

O que a seguradora não enxerga hoje

FRAUDE DE LOCALIZAÇÃO

GPS adulterado, jammers e sinistros simulados em local diferente do declarado. O rastreador tradicional é testemunha única e manipulável.

SINISTRO SEM CONTEXTO

A regulação depende de boletim, versão das partes e vestígios. Sem vídeo, telemetria e linha do tempo confiável, a disputa vira palavra contra palavra.

RISCO PRECIFICADO ÀS CEGAS

A apólice enxerga o CEP e o histórico, não a via realmente percorrida, o comportamento real de condução nem a fadiga ao volante.

O QUE O CONSÓRCIO ENTREGA

Quatro vantagens diretas

01 · ANTIFRAUDE POR DUPLA VALIDAÇÃO

Localização com testemunha

Cada cruzamento entre veículos da rede gera um atestado assinado pelas duas partes, com carimbo de tempo em hardware criptográfico. Um sinistro declarado em local ou horário incompatível com os atestados da rede é flagrado matematicamente, não por suspeita. Jammers e GPS adulterado deixam de funcionar como ferramenta de fraude.

02 · RECONSTRUÇÃO DE SINISTRO

A regulação com prova técnica

Evento de colisão dispara preservação automática: vídeo dos instantes anteriores e posteriores, telemetria de velocidade e frenagem, estado do motorista e atestados de veículos próximos. Tudo com hash ancorado no registro imutável do consórcio e timestamps com valor probatório, pronto para regulação, perícia e juízo.

03 · RISCO REAL, PRÊMIO REAL

Score de condução verificável

Comportamento de condução, exposição a vias de risco e alertas de fadiga atendidos compõem um score contínuo por veículo. A seguradora precifica sobre o risco real e oferece desconto verificável a quem dirige bem, com dados que ela mesma pode auditar no log.

04 · PREVENÇÃO ATIVA

Sinistro que não acontece

O alerta de fadiga soa na cabine antes do acidente. O mapa vivo de pontos de risco reduz exposição das frotas seguradas. Sinistralidade menor é resultado direto de rede, e cada novo membro aumenta a densidade de validação para todos.

PRIVACIDADE POR DESENHOA seguradora acessa scores, atestados e evidências de sinistro dos veículos das suas apólices, mediante consentimento contratual do segurado. Rotas de veículos de outros membros permanecem anônimas por pseudônimos rotativos. Placas de veículos fora do consórcio são tratadas com hash irreversível no próprio dispositivo. Conformidade LGPD nativa, não remendada.
O CAMINHO DO PASSEIO

Da carga à apólice de automóvel

O tier Básico do dispositivo é compacto, sem câmera interna, desenhado para o carro de passeio. O modelo: a seguradora subsidia o hardware por apólice, o segurado ganha desconto por condução e a rede ganha densidade urbana, que retroalimenta a validação de toda a malha.

movimento

piloto com frotas seguradas dos membros fundadores do consórcio

movimento

produto de apólice conectada com o tier Básico subsidiado

movimento

precificação dinâmica e produtos de seguro embarcado por viagem

Membro fundador: assento na governança do consórcio
KM 00 · DOC 04 · PROPOSTA PARA SEGURADORAS
DOC 05 · PROPOSTA PARA TRANSPORTADORAS

A frota que
se defende.

Mapeamento total da operação, proteção jurídica trabalhista e em sinistro, economia de combustível e blindagem contra roubo de ativos. Um dispositivo, todas as frentes em que a transportadora sangra dinheiro.

DOCUMENTO COMERCIAL · TRANSPORTADORAS E EMBARCADORES
MAPEAMENTO DE FROTA

A operação inteira em uma tela

POSIÇÃO VALIDADA

Localização em tempo real com dupla validação entre veículos: imune a jammer e adulteração, o que rastreador nenhum do mercado oferece. Dead reckoning mantém a posição até em túnel.

OPERAÇÃO

Cerca eletrônica, tempo de parada, desvio de rota, previsão de chegada e histórico completo por veículo, motorista e trecho.

VIA INTELIGENTE

A frota recebe do consórcio o mapa vivo: buracos, obras, pontos de risco e condições de tráfego à frente, alimentado por todos os veículos da rede.

PROTEÇÃO JURÍDICA

Provas antes da disputa

TRABALHISTA

A linha do tempo que encerra a reclamatória

Registros criptograficamente datados de jornada, paradas e condução formam prova técnica em disputas de horas extras, intervalos e condições de trabalho. O DMS documenta que o alerta de fadiga soou e a parada foi orientada, protegendo a empresa na tese de responsabilidade. A verificação de uniforme registra conformidade de EPI e identidade visual sem biometria.

SINISTRO

A versão da empresa com carimbo de cartório digital

Colisão dispara preservação automática de vídeo, telemetria e atestados de veículos próximos, tudo ancorado no registro imutável do consórcio com carimbo de tempo probatório. Na regulação do seguro, na perícia e no juízo, a transportadora chega com a reconstrução completa, não com a palavra do motorista.

MICROFONE DE BOLEIA · OPCIONAL COM PRIVACIDADE POR DESENHOÁudio da cabine disponível como opcional, nunca em gravação contínua: ativa apenas por botão de pânico do motorista ou por evento de colisão, com aviso permanente na cabine e consentimento documentado no contrato de trabalho. Nessa configuração vira prova de assalto, coação e sinistro, sem virar vigilância de conversa. Implantação condicionada a parecer jurídico e acordo com a categoria.
ECONOMIA E ATIVOS

Onde o dinheiro para de vazar

COMBUSTÍVEL

O maior custo sob controle

Sensor de nível no tanque cruzado com telemetria flagra desvio em abastecimento e sifonagem em parada. Score de condução reduz consumo com direção econômica, e o mapa do consórcio otimiza rota por condição real de via. Combustível responde por cerca de um terço do custo operacional: cada ponto percentual economizado paga o dispositivo.

PNEUS

O ativo que some no pátio

Sensores de pressão BLE detectam remoção e troca não autorizada. Câmeras laterais registram aproximação e ação no entorno do veículo estacionado, com alerta em tempo real fora de geofence autorizada.

CARGA

O baú que avisa

Sensor de porta + geofence: abertura fora de ponto autorizado dispara alerta imediato com vídeo das câmeras laterais. Atestados de encontro provam onde o veículo realmente estava em cada minuto do trajeto, desmontando o roubo simulado.

CRÉDITOS DE CONTRIBUIÇÃO

A frota que roda, abate

Cada quilômetro validado pela frota gera créditos de contribuição no consórcio, abatidos da mensalidade ou convertidos em acesso a mais inteligência. Quem mais contribui com a rede, menos paga por ela.

Piloto fundador: 900 caminhões em implantação
KM 00 · DOC 05 · PROPOSTA PARA TRANSPORTADORAS
DOC 06 · TESE PARA INVESTIDORES

Infraestrutura de dados
para quem move o país.

KM 00 constrói a camada de dados das rodovias brasileiras: hardware embarcado de baixo custo, rede que se valida sozinha e um consórcio cujo valor cresce com cada membro. Tese para capital privado e parcerias públicas.

DOCUMENTO DE TESE · INVESTIDORES PRIVADOS E SETOR PÚBLICO
A TESE

Por que agora, por que nós

O MERCADO

O Brasil roda sobre pneus

A matriz de transporte brasileira é rodoviária por vocação: milhões de veículos de carga, um mercado de seguro auto de dezenas de bilhões de reais ao ano e concessões de rodovia com metas contratuais de segurança e monitoramento. Todos precisam do mesmo dado, e ninguém o tem completo.

A JANELA

Hardware ficou commodity

Chips de visão computacional embarcada despencaram de preço, o que era um MDVR de milhares de dólares hoje custa dezenas. A diferenciação migrou do hardware para a rede e para os dados, exatamente onde o KM 00 constrói barreira.

A EXECUÇÃO

Grupo com as peças prontas

A Merion entra com engenharia de software, infraestrutura criptográfica operacional (HSMs) e metodologia de produto. O consórcio nasce com um contrato de 900 caminhões assinado, não com um slide.

O MODELO

Três motores de receita, um efeito de rede

MOTOR 1 · RECORRÊNCIA

SaaS por veículo

Comodato do hardware e mensalidade por veículo ativo, com referência de mercado de R$ 60 a 150 mensais por tier. Receita previsível, churn contido por contrato de frota.

MOTOR 2 · DADOS

Inteligência de via

A camada consolidada de dados de infraestrutura, tráfego e risco licenciada a concessionárias, seguradoras, logtechs e poder público. Custo marginal próximo de zero, margem de software.

MOTOR 3 · APÓLICE CONECTADA

Seguradoras como canal

O tier de passeio subsidiado por apólice transforma seguradoras em canal de distribuição do hardware, acelerando a densidade da rede sem custo de aquisição próprio.

EXPANSÃO · CÁPSULA

Franquia de descanso nas bases

Unidades container com cama e chuveiro por hora ou diária, operadas por franqueados com demanda direcionada pela própria rede: taxa de franquia e royalties escalando sem capital próprio imobilizado. Projeto completo na página Expansão · Cápsula.

A BARREIRA

Efeito de rede com prova matemática

A dupla validação só existe onde há densidade de veículos da rede. Cada novo membro torna a validação mais forte para todos, e torna a rede impossível de replicar por um entrante sem frota. O dado histórico validado criptograficamente é um ativo que não se compra pronto: só se constrói rodando.

A DEFESA REGULATÓRIA

Conformidade como vantagem

Privacidade por desenho (pseudônimos rotativos, processamento local, hash de terceiros), homologação Anatel em rota e governança de consórcio auditável. O que costuma ser passivo regulatório vira argumento de venda para seguradoras e para o setor público.

SETOR PÚBLICO

O que o governo ganha com a rede

SEGURANÇA VIÁRIA

Mapa vivo de pontos críticos, fadiga e comportamento de risco por trecho: insumo direto para o Plano Nacional de Redução de Mortes no Trânsito e para a fiscalização inteligente.

INFRAESTRUTURA

Estado do pavimento medido continuamente pela frota, sem custo de levantamento: priorização de manutenção baseada em dado real para DNIT, DERs e concessionárias, e verificação independente de metas contratuais de concessão.

POLÍTICA PÚBLICA

Fluxos logísticos, gargalos e custos de via em dados anonimizados e auditáveis, para planejamento de investimento e corredores estratégicos.

MODELO DE PARCERIA PÚBLICAO consórcio oferece ao poder público acesso à camada de inteligência agregada e anonimizada, sem acesso a veículos ou empresas individuais, preservado pela arquitetura criptográfica descrita no DOC 03. Formatos possíveis: licenciamento de dados, PPP de monitoramento viário e integração a programas de segurança no trânsito.
ROTA DE EXECUÇÃO

Do contrato assinado à rede nacional

T0 · MESES 1 A 2

RFQ, bancada e Anatel

Cotação com ODMs selecionados, validação em bancada com vídeo real de rodovia brasileira e abertura do processo de homologação em paralelo.

T1 · MESES 3 A 5

Piloto de campo

30 a 50 caminhões da transportadora fundadora com tier Pro: instalação, DMS, consumo de dados e offload nas bases validados em operação real.

T2 · MESES 6 A 10

Rollout 900 + ledger do consórcio

Frota completa homologada, transparency log e PKI de pseudônimos em produção nos HSMs do grupo, primeiros produtos de inteligência de via no ar.

T3 · MESES 10 A 16

Novos membros e mesh

Entrada de segunda transportadora e primeira seguradora no consórcio, rádio mesh nos novos lotes, primeiros contratos de licenciamento de dados.

T4 · MÊS 16+

Passeio e setor público

Tier compacto para carros de passeio via seguradora parceira e primeira parceria de dados com operador de via ou órgão público.

USO DE RECURSOS · HARDWARE

Compra dos lotes do piloto e rollout, homologação Anatel e engenharia de industrialização.

USO DE RECURSOS · PLATAFORMA

Time de engenharia da plataforma de dados, modelos de IA embarcada e infraestrutura do ledger.

USO DE RECURSOS · REDE

Estruturação jurídica do consórcio, comercial B2B e implantação nas bases das frotas.

KM 00: a rede começa com 900 veículos já contratados
KM 00 · DOC 06 · TESE PARA INVESTIDORES · VALORES DE MERCADO SÃO REFERÊNCIAS A VALIDAR EM DILIGÊNCIA
DOC 07 · CRÉDITOS, PONTUAÇÃO E CARTEIRA

A rede que paga
quem a constrói.

O sistema de créditos KM, a pontuação de contribuição, os vouchers e a carteira auditável de cada participante. Cada pilar e cada parceiro de infraestrutura tem página dedicada no menu.

DOCUMENTO INSTITUCIONAL · GOVERNANÇA E PARCERIAS
O SISTEMA DE CRÉDITOS

Créditos KM: a economia interna do consórcio

Cada participante tem uma carteira no consórcio, com saldo e histórico ancorados no registro imutável (DOC 03). Quem contribui com a rede acumula, quem consome a rede gasta. Sem token especulativo, sem bolsa: crédito de utilidade, auditável e resgatável dentro do ecossistema.

COMO SE GANHA · PONTUAÇÃO

Contribuir com a rede

Quilômetros rodados com dados validados, atestados de encontro emitidos, cobertura de trechos pouco mapeados, eventos de via confirmados e disponibilidade do dispositivo. Cada ação tem peso na pontuação, e trechos carentes de dados pontuam mais, direcionando a frota para onde a rede precisa crescer.

COMO SE GASTA · CRÉDITOS

Consumir a rede

Abatimento de mensalidade, acesso a camadas premium de inteligência, consultas de rating e localização, e conversão em vouchers de parceiros: combustível nos postos credenciados, carregamento elétrico na Supervolt, serviços das bases.

ONDE VIVE · CARTEIRA

Saldo com prova

A carteira de cada participante é uma conta no ledger do consórcio: cada crédito emitido, transferido ou resgatado vira registro assinado e verificável. O extrato não depende de confiança na operadora, ele é matematicamente conferível por qualquer membro.

VOUCHERS · O CRÉDITO QUE VIRA BENEFÍCIO NA PONTAVouchers são resgates de créditos em benefícios reais: desconto no abastecimento, carga elétrica, mensalidade, franquia de seguro. Emitidos pela carteira, carimbados no ledger e queimados no resgate, com liquidação entre consórcio e parceiro em ciclo fechado. Para o motorista e o usuário de passeio, é a face visível da rede: rodar bem e contribuir vira benefício direto no bolso.
KM 00 · DOC 07 · CRÉDITOS, PONTUAÇÃO E CARTEIRA · UMA INICIATIVA MERION
DOC 08 · PROPOSTA PARA BANCOS E FINANCEIRAS

A garantia que
responde onde está.

Por que o banco entra no consórcio KM 00: o veículo em alienação fiduciária localizado com validação de rede, gravame baixado em fluxo digital e o rating de condução do cliente disponível na análise.

DOCUMENTO COMERCIAL · BANCOS, FINANCEIRAS E FIDCs
A DOR

O que o financiamento de veículos não enxerga

O BEM SOME

Na inadimplência, a busca e apreensão vira caçada: endereço desatualizado, rastreador arrancado ou bloqueado por jammer, veículo circulando em outro estado. Cada mês de procura é depreciação e custo jurídico.

O GRAVAME EMPERRA

A baixa do gravame na quitação ainda atravessa etapas manuais e prazos que geram atrito com o cliente no momento em que a relação deveria terminar bem.

O RISCO É CEGO

A análise enxerga renda e histórico de crédito, mas nada sobre como o cliente de fato conduz o bem que garante o contrato.

O QUE O CONSÓRCIO ENTREGA

Três entregas diretas

01 · LOCALIZAÇÃO VALIDADA

Busca e apreensão com endereço certo

O dispositivo é instalado no ato do financiamento, previsto em contrato como condição da alienação fiduciária. Em caso de inadimplência qualificada, o banco aciona a governança do consórcio e recebe a localização validada pela rede: posição confirmada por atestados de encontro de outros veículos, imune a jammer e adulteração de GPS. A apreensão deixa de ser diligência às cegas.

02 · GRAVAME DIGITAL

Baixa em fluxo, não em fila

A quitação do financiamento dispara o fluxo digital de baixa: registro assinado no ledger do consórcio com carimbo de tempo probatório, integrável aos sistemas de gravame. O cliente encerra o contrato no mesmo dia em que paga a última parcela, e o banco encerra o custo operacional do processo.

03 · RATING DE CONDUÇÃO

O condutor que se apresenta

Com consentimento do cliente, o banco acessa o rating de boa dirigibilidade construído pela rede: pontuação portável do condutor, a mesma usada por seguradoras do consórcio. Condutor bem avaliado significa bem melhor conservado e risco operacional menor sobre a garantia, um dado que nenhuma análise tradicional oferece.

GOVERNANÇA DO ACESSOA localização de um veículo específico só é resolvida mediante gatilho contratual documentado (inadimplência qualificada prevista no contrato de financiamento), sob quórum da governança do consórcio, com o ato registrado no próprio ledger. Fora desse gatilho, o veículo permanece anônimo por pseudônimos rotativos como qualquer outro da rede. O banco ganha o direito de encontrar a garantia, nunca o poder de vigiar o cliente.
O MODELO

O dispositivo entra no contrato

passo

dispositivo tier Básico instalado na originação do financiamento, com custo diluído no contrato

passo

cliente adere ao consórcio de vantagens: vouchers e descontos que reduzem a percepção de custo

passo

na quitação, baixa digital do gravame e o dispositivo segue com o cliente como proteção e clube de vantagens

Para o banco, a carteira de veículos financiados vira densidade de rede, e a densidade de rede vira proteção da própria carteira. Quanto mais contratos com o dispositivo, mais difícil o desaparecimento de qualquer garantia.

Garantia rastreável, cliente beneficiado, gravame sem fila
KM 00 · DOC 08 · PROPOSTA PARA BANCOS E FINANCEIRAS
DOC 09 · PROPOSTA PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEL

O posto que vê
a estrada chegando.

Por que credenciar o posto na rede KM 00: fluxo qualificado direcionado por vouchers, inteligência de volume que o mercado inteiro não tem e o posto como ponto físico de um consórcio nacional.

DOCUMENTO COMERCIAL · POSTOS, REDES E DISTRIBUIDORAS
A DOR

O varejo mais disputado da rodovia

FLUXO IMPREVISÍVEL

O movimento do posto depende do que passa na via, e o posto é o último a saber o que está vindo: dimensiona pista, equipe e estoque no achismo.

GUERRA DE CENTAVOS

A concorrência se resolve na placa de preço. Sem diferencial além do valor do litro, a margem escorre e a fidelidade não existe.

FROTA SEM VÍNCULO

O caminhoneiro e o motorista de aplicativo escolhem onde parar por hábito e preço. O posto não tem canal para atrair a frota certa na hora certa.

O QUE O CONSÓRCIO ENTREGA

Três entregas diretas

01 · FLUXO POR VOUCHER

A rede direciona, o posto recebe

Motoristas e frotas do consórcio resgatam créditos KM em vouchers de abastecimento válidos nos postos credenciados. O posto deixa de disputar na placa e passa a receber demanda direcionada: a frota de 900 caminhões do piloto já nasce procurando onde resgatar. Liquidação em ciclo fechado com o consórcio, sem intermediário de pagamento.

02 · INTELIGÊNCIA DE VOLUME

O movimento antes do movimento

O posto credenciado acessa a inteligência agregada da rede no seu trecho: quantos veículos passam, em que horário, com que perfil (carga pesada, leve, passeio) e tendência de fluxo. Dimensionamento de equipe, pista e estoque com dado real de estrada, um insumo que hoje não existe à venda em lugar nenhum.

03 · PONTO DA REDE

O posto como presença física

Postos estratégicos podem evoluir para bases da rede: Wi-Fi de offload, ponto de instalação e manutenção de dispositivos e carregamento Supervolt. O posto vira destino, com receita de serviços além do combustível, e a marca KM 00 na testeira sinaliza à frota do consórcio onde parar.

DADOS SEMPRE AGREGADOSA inteligência entregue ao posto é estatística de fluxo por trecho e horário, nunca a identificação de veículos ou rotas individuais, preservadas pela arquitetura de pseudônimos do consórcio (DOC 03). O posto enxerga a estrada, não o motorista.
Credenciamento: voucher na bomba, dado no balcão
KM 00 · DOC 09 · PROPOSTA PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEL
DOC 10 · USUÁRIO DE VEÍCULO DE PASSEIO

Seu carro protegido.
Sua rodagem valendo.

O produto KM 00 para o motorista comum: proteção do veículo validada por uma rede inteira, e um clube de vantagens onde dirigir bem vira desconto, voucher e benefício real.

DOCUMENTO DE PRODUTO · CONSUMIDOR FINAL · B2B2C
A PROTEÇÃO

O rastreador que não mente e não some

RECUPERAÇÃO VALIDADA

A rede procura junto

Em furto ou roubo, a posição do veículo não depende só do GPS dele: cada veículo do consórcio que cruza com o seu confirma onde ele está. Jammer bloqueia um rastreador, não bloqueia uma rede inteira de testemunhas. A recuperação parte de localização confirmada, não de último sinal.

VIA À FRENTE

A estrada avisa antes

Buraco, obra, ponto de risco e trânsito parado à frente, alimentados pela frota inteira da rede e entregues no aplicativo. O mapa que os caminhões constroem protege o carro da família.

PROVA EM SINISTRO

Sua versão com carimbo

Em colisão, o dispositivo preserva automaticamente vídeo e telemetria do momento, com registro imutável e carimbo de tempo. Na discussão com a seguradora ou no juízo, o usuário chega com prova técnica, não com palavra.

O CLUBE DE VANTAGENS

Dirigir bem paga

CARTEIRA E CRÉDITOS

Rodou, validou, ganhou

Cada quilômetro com dados validados soma créditos KM na carteira do aplicativo. Boa condução multiplica a pontuação: o rating de dirigibilidade que abre portas em toda a rede.

VOUCHERS

Benefício na bomba e no plugue

Créditos viram voucher de abastecimento nos postos credenciados e de carregamento na rede Supervolt. O benefício aparece onde o motorista já para, sem burocracia de programa de pontos tradicional.

SEGURO E FINANCIAMENTO

O rating que trabalha por você

Com o seu consentimento, o rating de condução é portável para seguradoras e bancos do consórcio: desconto na apólice e histórico a favor na análise do financiamento. Quem dirige bem carrega a prova disso.

PRIVACIDADE EM PRIMEIRO LUGARO dispositivo do passeio é o tier Básico: sem câmera interna, sem microfone. Na rede, o veículo circula sob pseudônimos rotativos: nem os membros do consórcio conseguem reconstruir suas rotas. O compartilhamento do rating é opcional, consentido e revogável no aplicativo. A proteção funciona sem vigilância.
canal

seguradoras do consórcio oferecem o dispositivo com a apólice conectada

canal

bancos instalam na originação do financiamento com custo diluído

canal

adesão direta pelo aplicativo para quem quer proteção e clube de vantagens

Proteção de rede + clube de vantagens em um só dispositivo
KM 00 · DOC 10 · USUÁRIO DE VEÍCULO DE PASSEIO
PILAR 06 · OPERADORES DE VIA E GOVERNO

A infraestrutura
que escuta a estrada.

O que concessionárias, DNIT, DERs e o poder público ganham com a rede KM 00: a malha medida continuamente por quem roda nela, sobre dados agregados, anonimizados e auditáveis.

DOCUMENTO COMERCIAL · CONCESSIONÁRIAS E SETOR PÚBLICO
O PILAR

A infraestrutura que escuta a estrada

Entregam: demanda por dados de pavimento, tráfego e segurança, e integração com programas públicos.
Levam: estado da malha medido continuamente pela frota, verificação de metas de concessão e insumo para política de segurança viária (DOC 06), sempre sobre dados agregados e anonimizados.

SEGURANÇA VIÁRIA

Mapa vivo de pontos críticos, fadiga e comportamento de risco por trecho: insumo direto para programas de redução de mortes no trânsito e fiscalização inteligente onde o risco realmente está.

ESTADO DO PAVIMENTO

Buracos, degradação e obras detectados continuamente pela frota, sem custo de levantamento em campo: priorização de manutenção com dado real e verificação independente de metas contratuais de concessão.

PLANEJAMENTO

Fluxos logísticos, gargalos e sazonalidade por corredor em dados anonimizados, para decisão de investimento em duplicação, contornos e corredores estratégicos.

FORMATOS DE PARCERIALicenciamento da camada de inteligência agregada, PPP de monitoramento viário, integração a centros de controle operacional de concessionárias e convênios com programas públicos de segurança no trânsito. O acesso é sempre à estatística da via, nunca a veículos ou empresas individuais, garantido pela arquitetura criptográfica do consórcio (DOC 03).
KM 00 · PILAR 06 · OPERADORES DE VIA E GOVERNO
PARCEIRO · SUPERVOLT

Onde a rede para,
a energia acontece.

A Supervolt leva os pontos de carregamento elétrico às bases de parada da rede KM 00: a mesma parada que descarrega dados carrega o veículo, e os créditos do consórcio viram energia.

PARCEIRO DE INFRAESTRUTURA · ENERGIA
O PAPEL NA REDE

Carregamento elétrico nas bases

Os pontos de recarga Supervolt se instalam nas bases de parada da rede. Enquanto o veículo elétrico ou híbrido carrega energia, o dispositivo descarrega os dados pesados pelo Wi-Fi da base: a mesma parada serve às duas cargas. Usuários do consórcio pagam recarga com vouchers e créditos KM, a Supervolt ganha demanda garantida pela frota da rede e dados de fluxo para escolher os próximos pontos de expansão da malha elétrica.

PARA O USUÁRIO

Recarga paga com créditos KM e vouchers, prioridade de plugue para a frota do consórcio e a previsibilidade de sempre haver um ponto Supervolt nas bases da rede.

PARA A SUPERVOLT

Demanda garantida pela frota conectada, dados de fluxo elétrico e híbrido por trecho para escolher os próximos pontos com precisão, e presença de marca em cada hub da rede.

PARA O CONSÓRCIO

A eletrificação da frota entra no ecossistema desde o desenho, e a parada ganha mais um motivo para acontecer exatamente onde os dados sobem.

BASE DE PARADA · HUB KM 00 WI-FI 6 · OFFLOAD SUPERVOLT EDGE VEÍCULO DA REDE FIBRA · LINK NUVEM + HSM · OMID
O ciclo do hub: o veículo entra na base, conecta ao Wi-Fi 6 e descarrega a carga pesada de dados enquanto abastece ou carrega na Supervolt. A fibra da Link leva tudo à nuvem soberana da Omid, onde o ledger registra a contribuição e credita a carteira do participante. A mesma parada resolve energia, dados e créditos.
KM 00 · PARCEIRO SUPERVOLT · ENERGIA NAS BASES
PARCEIRO · OMID

A casa da confiança
do consórcio.

Data center e HSMs da Omid hospedam o coração criptográfico do KM 00: o ledger, a autoridade certificadora de pseudônimos, as carteiras e o data lake cifrado, em território nacional.

PARCEIRO DE INFRAESTRUTURA · NUVEM E HSM
O PAPEL NA REDE

A infraestrutura de confiança

Data center e HSMs da Omid hospedam o coração criptográfico do consórcio: o transparency log, a CA de pseudônimos, as carteiras e o data lake cifrado (DOC 03). Para o consórcio, soberania de dados em território nacional e hardware criptográfico certificado. Para a Omid, receita recorrente de toda a infraestrutura do projeto e a vitrine de operar a camada de confiança de uma rede nacional.

O QUE HOSPEDA

Transparency log e suas assinaturas em HSM, CA de pseudônimos rotativos, carteiras de créditos, data lake cifrado de vídeo e telemetria, e os serviços de inteligência da rede.

SOBERANIA

Dados da malha rodoviária brasileira processados e guardados no Brasil, com hardware criptográfico certificado e cerimônias de chave sob quórum: argumento decisivo para seguradoras, bancos e setor público.

PARA A OMID

Receita recorrente de toda a infraestrutura do projeto, crescimento junto com a rede e a vitrine de operar a camada de confiança de um consórcio nacional.

KM 00 · PARCEIRO OMID · NUVEM SOBERANA E HSM
MANUAL DE MARCA · IDENTIDADE KM 00

O marco zero
tem uma cara.

O nome, o símbolo, as variações do logo, as regras de uso e a paleta oficial da marca KM 00, para aplicação consistente em documentos, dispositivos, frota e pontos da rede.

DOCUMENTO DE IDENTIDADE · USO INTERNO E PARCEIROS
O NOME E O SÍMBOLO

Por que KM 00

O nome vem dos marcos de quilometragem das rodovias: o km 0 é a origem de toda medição, o ponto de onde tudo parte. No símbolo, os dois zeros são desenhados como marcos na pista e a faixa tracejada amarela, a mesma que divide as rodovias brasileiras, atravessa os dois. Dois zeros, uma faixa: dois veículos, uma mesma estrada de dados.

KM
PRIMÁRIA · FUNDO ESCURO
KM
PRIMÁRIA · FUNDO CLARO
KM 00
EMBLEMA · MARCO DE QUILÔMETRO (APP, AVATAR, ADESIVO DE FROTA)
KM
MONOCROMÁTICA · FUNDO AMARELO SINALIZAÇÃO
RegraAplicação
TipografiaArchivo Expanded 800 para o wordmark; IBM Plex Mono para dados, rótulos e assinaturas técnicas
Faixa tracejadaSempre atravessa os dois zeros por completo; nunca interrompida, recolorida fora da paleta ou usada sozinha como logo
Área de respiroMargem mínima equivalente à altura de um zero em todo o perímetro
ReduçãoAbaixo de 32 px de altura, usar apenas o emblema marco de quilômetro
Assinatura"O marco zero das estradas inteligentes" acompanha a marca em materiais institucionais
Asfalto#141619
Amarelo Faixa#F5B301
Branco Pintura#F2F0E8
Verde Placa#2E9E5B
Cinza Meio-fio#A8ABA3
KM 00 · MANUAL DE MARCA · UMA INICIATIVA MERION
EXPANSÃO · CÁPSULA

A cama e o chuveiro
no mapa da rede.

Cápsula é a franquia de descanso do KM 00: unidades tipo container com cama e chuveiro nas bases da rede, contratadas por hora ou por diária pelo aplicativo, pagas em dinheiro ou em créditos KM.

PROJETO DE EXPANSÃO · FRANQUIA · INVESTIDORES E FRANQUEADOS
O CONCEITO

Descanso digno onde a rede já para

As rodovias brasileiras têm um déficit histórico de pontos de parada e descanso. O motorista dorme na boleia, o viajante de passeio atravessa a madrugada sem alternativa segura. A Cápsula ocupa exatamente esse vazio, instalada onde a rede KM 00 já existe: postos credenciados, hubs com Supervolt e bases das frotas.

A UNIDADE

Container, cama e chuveiro

Módulo padronizado tipo container: cama de qualidade, chuveiro privativo, climatização, tomadas e Wi-Fi da rede. Fabricação em série, instalação em dias sobre qualquer base, manutenção simplificada.

A CONTRATAÇÃO

Por hora ou por diária

Reserva e abertura pelo aplicativo KM 00, sem recepção: check-in por código, cobrança por hora para o descanso da jornada ou diária para o pernoite. Pagamento em dinheiro, cartão ou créditos KM da carteira.

O CICLO COM A REDE

A fadiga encontra a cama

Quando o DMS detecta fadiga ao volante, o alerta na cabine já sugere a Cápsula disponível mais próxima, com reserva em um toque. O dado que protege a via encaminha o motorista para o descanso, e o descanso volta para a rede como jornada em dia.

VANTAGENS POR PÚBLICO

Uma unidade, quatro beneficiados

MOTORISTA E TRANSPORTADORA

Jornada em dia, motorista inteiro

A transportadora oferece a Cápsula como benefício: descanso real em vez de boleia, higiene no meio da viagem e o cumprimento dos períodos de descanso da Lei do Motorista documentado com registro datado. Motorista descansado é menos fadiga, menos sinistro e mais retenção em um mercado que disputa profissional. O custo pode ser pago com os créditos KM que a própria frota gera rodando.

USUÁRIO DE PASSEIO

A parada segura da viagem

Na viagem longa de carro, a alternativa deixa de ser atravessar a madrugada ou procurar hotel fora da rota: a Cápsula aparece no aplicativo ao longo do caminho, com preço por hora e reserva imediata. Mais uma camada do clube de vantagens, resgatável com os créditos de quem dirige bem.

PARCEIROS DA REDE

A vitrine que dorme ao lado

A Supervolt acopla o carregador à Cápsula: o veículo carrega enquanto o condutor descansa, a permanência ideal para a recarga completa. A Link entrega o Wi-Fi premium da estadia. Postos credenciados cedem o terreno e ganham fluxo, consumo na loja e participação. Cada parceiro associa seu produto ao momento em que o cliente está parado e disponível.

FRANQUEADO E INVESTIDOR

Receita por hora, ativo padronizado

O franqueado adquire a unidade padronizada e opera sobre uma demanda que a rede já direciona: os alertas de fadiga, o aplicativo e os vouchers levam o hóspede até a porta. Receita por hora com ocupação de dia e de noite, custo de container e operação sem recepção. Para o consórcio, expansão asset-light: a rede cresce com capital do franqueado, e cada Cápsula nova é mais um motivo para a frota parar nas bases KM 00.

MODELO DE FRANQUIAUnidade fabricada em série e homologada pela rede, taxa de franquia e royalties sobre a receita, reserva e pagamento centralizados no aplicativo KM 00, repasse automático com extrato ancorado no ledger do consórcio. Territórios priorizados pelos dados da própria rede: onde a frota mais para e onde a fadiga mais aparece, ali nasce a próxima Cápsula.
Cápsula: a franquia que transforma parada em receita
KM 00 · EXPANSÃO CÁPSULA · PROJETO DE FRANQUIA · UMA INICIATIVA MERION